O governo federal prorrogou o prazo do Novo Desenrola Brasil até 14 de setembro de 2026 — mais 60 dias além da data original, 2 de julho. O programa permite que pessoas físicas com renda de até cinco salários-mínimos (R$ 8.105) renegociem dívidas em atraso com descontos de até 90%. Para financeiras, bancos e cooperativas de crédito, isso significa um volume grande de acordos para fechar em pouco tempo — e cada acordo precisa terminar em um documento assinado, com validade jurídica, para proteger as duas partes.

O que mudou no Novo Desenrola Brasil

  • Prazo estendido até 14 de setembro de 2026.
  • Elegibilidade: pessoas físicas com renda de até cinco salários-mínimos e dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, em atraso entre 91 dias e 2 anos.
  • Dívidas elegíveis: cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (empréstimo consignado e financiamento de imóvel ou veículo ficam de fora).
  • Descontos de 30% a 90% sobre o valor total da dívida, com juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em até 48 meses.
  • Negociação feita direto com o banco ou financeira participante — pelo aplicativo, site, agência ou plataformas como a Serasa — sem uma central única do governo.

Na prática, isso joga para dentro das financeiras e cooperativas de crédito a responsabilidade de negociar, formalizar e arquivar um volume grande de acordos em poucas semanas — muitos deles com clientes que já estão em atraso justamente porque tiveram dificuldade de lidar com boletos, apps ou portais no passado.

O desconto é o fácil. Formalizar o acordo é o gargalo

Negociar o valor e o desconto costuma ser rápido. O problema aparece depois: sem um termo de acordo assinado, a financeira não tem como comprovar as novas condições se o cliente questionar uma parcela, e o próprio cliente fica sem prova de que a dívida antiga foi renegociada. Pedir para o cliente baixar um app, criar login e assinar num portal é mais um obstáculo — para um público que, em boa parte, já demonstrou dificuldade em manter os pagamentos em dia justamente por não ter familiaridade com esse tipo de fluxo digital.

É esse ponto que costuma travar operações de recuperação de crédito: o acordo verbal existe, mas o documento assinado demora, se perde no meio do caminho ou nunca volta.

Assinar pelo WhatsApp reduz o abandono do acordo

O Assine Mais permite enviar o termo de renegociação direto na conversa de WhatsApp que o cliente já usa no dia a dia — sem baixar aplicativo, sem criar conta, sem precisar entender de internet. O cliente responde e assina como já faz em qualquer outra conversa, e o acordo fica formalizado na hora, com validade jurídica amparada pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001 e pela Lei nº 14.063/2020.

Para quem trabalha com consignado, financeiras populares ou cobrança de dívida em geral, isso resolve dois problemas ao mesmo tempo: menos gente desiste de assinar no meio do caminho, e a equipe comercial ou de cobrança não perde tempo ensinando o cliente a usar uma plataforma nova.

Segurança jurídica também protege quem concede o desconto

Cada assinatura feita pelo Assine Mais registra geolocalização e IP do signatário, além de oferecer verificação por token via SMS, e-mail ou WhatsApp. Isso dá à financeira um rastro de auditoria completo caso o acordo seja contestado depois — algo especialmente relevante num programa como o Desenrola, em que o volume de renegociações em poucas semanas aumenta o risco de disputas sobre o que foi ou não combinado.

Com o prazo do Novo Desenrola Brasil correndo até setembro, vale revisar agora como sua financeira ou cooperativa está formalizando os acordos de renegociação. Crie sua conta no Assine Mais e veja como fechar cada acordo com assinatura pelo WhatsApp, sem burocracia para o cliente e com validade jurídica para o seu negócio.

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