Desde junho de 2026, o Cadastur — o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo — passou a exigir o preenchimento obrigatório de raça, etnia e gênero de quem se registra: agências, guias, meios de hospedagem, transporte turístico e, desde 2025, também produtores rurais e agricultores familiares que oferecem hospedagem, comida típica, vivências no campo ou artesanato para turistas. Mais do que um campo novo no formulário, a mudança reforça algo que já vinha acontecendo: o cadastro deixou de ser só um registro burocrático e virou a porta de entrada para crédito e política pública do setor.

O que muda na prática para quem trabalha com turismo

Só quem está com o cadastro em dia consegue acessar as linhas de crédito do Fungetur (Fundo Geral de Turismo), que somam mais de R$ 1 bilhão disponíveis em 2026 em condições facilitadas, além de programas de qualificação profissional e visibilidade em canais oficiais do Ministério. Isso vale para:

  • Agências e operadoras de turismo, mesmo as pequenas e locais.
  • Guias de turismo autônomos.
  • Pousadas, hospedagens e meios de transporte turístico.
  • Produtores rurais e agricultores familiares que passaram a oferecer turismo rural — sítios, fazendas, comunidades tradicionais e quilombolas incluídos.

Na prática, o Ministério do Turismo está elevando a régua de formalização do setor: quem quer competir por crédito, selo de qualidade ou destaque em campanha oficial precisa primeiro provar que existe formalmente no sistema.

Estar no Cadastur não é o mesmo que ter contrato assinado

O Cadastur formaliza a existência da empresa ou do prestador perante o Ministério — não documenta o que foi combinado com cada cliente ou parceiro. É aqui que a maioria das agências pequenas ainda tem uma lacuna: o pacote de viagem é fechado por WhatsApp ou telefone, a parceria com a pousada ou o guia local é combinada de boca, e nada disso fica registrado por escrito.

Enquanto tudo corre bem, ninguém sente falta do contrato. O problema aparece no cancelamento de última hora, na remarcação que o cliente diz que não foi avisado, ou na disputa sobre o que exatamente o fornecedor parceiro havia se comprometido a entregar — sem nada assinado, a conversa vira “ficou combinado” contra “não foi isso que eu entendi”. E se a agência estiver pleiteando uma das linhas de crédito do Fungetur, comprovar operação e faturamento com contratos formalizados pesa a favor.

O novo parceiro que precisa formalizar rápido: o produtor rural

A extensão do Cadastur a produtores rurais e agricultores familiares abriu uma categoria inteira de fornecedores novos para quem monta roteiro de turismo rural ou de experiência no campo — mas é também o público com menos costume de contrato formal do setor. Quem vive de plantar e criar, e agora está formalizando uma atividade turística paralela pela primeira vez, tende a fechar parceria com a agência do jeito que sempre fechou negócio no campo: no aperto de mão e na palavra.

Isso é justamente o perfil de signatário que mais se beneficia de um processo simples: alguém que não vai abrir uma plataforma nova, criar login e senha, nem imprimir e escanear papel só para assinar uma parceria. Formalizar sem tirar essa pessoa do que ela já usa no dia a dia é o que faz a diferença entre fechar o contrato ou deixar tudo combinado só de boca mesmo.

Assinar pelo WhatsApp, sem sair da conversa

Com a Assine Mais, a agência manda o contrato de pacote ou de parceria com o fornecedor direto pelo WhatsApp, e a outra parte assina com um botão dentro da própria conversa — sem instalar aplicativo, sem criar conta, sem sair do app que já usa para combinar horário e mandar foto do passeio. O documento sai com validade jurídica (MP 2.200-2/2001 e Lei 14.063/2020), e a captura de geolocalização e IP do signatário reforça a auditabilidade caso a formalização precise ser comprovada depois — para o cliente, para o fornecedor parceiro ou para quem avalia o crédito.

Se a sua agência está atualizando o Cadastur ou fechando parceria com um novo prestador de turismo rural, aproveite para formalizar também o que fica de fora do cadastro: o contrato com quem paga e com quem entrega o serviço. Crie sua conta na Assine Mais e assine o próximo contrato de turismo pelo WhatsApp.