Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer obrigar órgãos públicos a criar espaços físicos exclusivos para atender pessoas com 60 anos ou mais — recepção preferencial, assentos adequados, ambiente climatizado e servidores treinados para orientação jurídica e social. É o PL 3376/2026, do deputado Max Lemos (União-RJ), protocolado em junho e já em análise nas comissões temáticas da Câmara.
O projeto ainda precisa passar por comissões, pela Câmara e pelo Senado antes de virar lei, e prevê dois anos de prazo para adequação se aprovado. Mas o sinal por trás dele já vale para qualquer empresa hoje: o público idoso está definitivamente no radar de quem pensa acessibilidade — e balcão climatizado é só a parte visível do problema.
O que o projeto de lei prevê
O PL 3376/2026 abrange a administração direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e de municípios com mais de 50 mil habitantes. Os espaços previstos precisam ter acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e equipe treinada para apoio psicológico, social e encaminhamento à rede de saúde e assistência social.
Na prática, é o poder público reconhecendo algo que quem vende para o consumidor final brasileiro já sabe: uma fatia grande e crescente dos seus clientes tem 60 anos ou mais, e processo pensado só para quem tem intimidade com tecnologia deixa esse público de fora — ou irritado.
Quem sente isso todo dia, antes de virar lei
Casas de repouso, planos de saúde populares, cooperativas de crédito e financeiras que atendem aposentados já convivem com essa barreira sem precisar de nenhuma lei nova. É nesses setores — junto com escritórios de advocacia, autoescolas e escolas — que o cliente típico costuma ter menos intimidade com aplicativo, cadastro e certificado digital.
- Uma casa de repouso que precisa da assinatura de um familiar responsável para formalizar a admissão de um idoso.
- Uma cooperativa de crédito fechando adesão com um associado aposentado.
- Um plano de saúde popular renovando contrato com cliente que nunca instalou um app de assinatura na vida.
Em todos esses casos, o gargalo raramente é a vontade de assinar — é o caminho até a assinatura: baixar aplicativo, criar conta, decorar senha, entender qual botão apertar. Cada etapa a mais é um motivo para o documento voltar sem assinatura, ou nem voltar.
A barreira real não é o balcão, é o documento
O PL 3376/2026 mira o atendimento presencial — balcão, assento, sinalização. É bem-vindo, mas resolve só metade do problema. A outra metade acontece depois que a pessoa já foi atendida: o contrato, o termo de adesão, a autorização que precisa ser assinada para o serviço realmente começar.
A maioria das plataformas de assinatura eletrônica do mercado resolveu esse problema pela metade: manda um link, mas o link tira a pessoa do WhatsApp — abre navegador, pede cadastro, às vezes exige código de verificação por SMS ou e-mail. Para quem já hesita diante de tecnologia, essa segunda barreira é tão real quanto a falta de assento confortável na recepção.
Assinar sem sair da conversa do WhatsApp
A Assine Mais resolve isso na origem: o documento chega no WhatsApp que a pessoa já usa todo dia, e a assinatura acontece com um botão dentro da própria mensagem — sem baixar aplicativo, sem criar conta, sem sair da conversa. Para o signatário, é a mesma experiência de responder qualquer mensagem.
Para a empresa, cada assinatura sai com data, hora, geolocalização e IP registrados — prova de autoria e de consentimento que vale tanto para uma admissão em casa de repouso quanto para uma adesão de cooperativa de crédito, sem depender da familiaridade do signatário com tecnologia para chegar até o fim.
Enquanto o PL 3376/2026 ainda tramita, sua empresa não precisa esperar dois anos de prazo de adequação para tratar o cliente idoso como prioridade. Crie sua conta na Assine Mais e comece a formalizar contratos com quem mais precisa de simplicidade — sem tirar ninguém do WhatsApp.
