A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o reajuste dos planos de saúde individuais e familiares para 2026: teto de 5,11% para a maioria dos contratos e até 6,2% para planos antigos vinculados a Termos de Compromisso. Quem tem aniversário de contrato em maio ou junho já está vendo a cobrança começar a mudar agora, em julho.

Todo reajuste de plano de saúde gera a mesma reação no cliente: ele liga para a corretora, compara opções e, em boa parte dos casos, decide trocar de plano ou renegociar a adesão. Para operadoras e corretoras de planos populares, isso significa um volume extra de contratos de adesão para formalizar em pouco tempo — e é exatamente aí que mora o gargalo.

Multiplique isso pela carteira de uma corretora média: são dezenas ou centenas de aniversários de contrato batendo no mesmo mês, cada um exigindo um novo termo de adesão assinado antes que o cliente desista e procure a concorrência. Quem ainda depende de e-mail, papel ou visita presencial perde tempo — e perde cliente — bem no momento em que ele está mais propenso a comparar preços.

O gargalo não é vender o plano, é formalizar a adesão

Fechar a nova condição com o cliente é rápido. O problema começa depois: enviar o termo de adesão por e-mail, esperar o cliente encontrar tempo (e paciência) para baixar, assinar e devolver o PDF, e torcer para que ele não desista no meio do caminho.

Esse público — beneficiário de plano de saúde popular, muitas vezes de faixa etária mais alta ou com pouca intimidade com aplicativos — é exatamente o perfil que mais abandona um fluxo de assinatura complicado. Pedir para ele criar conta em um portal, baixar um app novo ou entender o que é “certificado digital” é fricção demais para um documento que deveria levar poucos minutos.

Assinar a adesão sem sair do WhatsApp

Com a Assine Mais, o termo de adesão (ou o aditivo de renovação) chega para o cliente como mensagem no WhatsApp que ele já usa todo dia — sem baixar aplicativo, sem criar conta, sem sair da conversa. Ele lê o documento, confirma e assina em poucos toques, com validade jurídica garantida pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001 e pela Lei nº 14.063/2020.

E a validade não fica só na lei: em março de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a validade de contratos eletrônicos assinados sem certificado ICP-Brasil, desde que existam mecanismos capazes de comprovar a autenticidade das partes e a integridade do documento — exatamente o papel que token de verificação, geolocalização e IP do signatário cumprem em cada assinatura feita pela plataforma.

Para a operadora ou corretora, isso significa:

  • Menos contratos parados esperando o cliente “achar tempo” de assinar
  • Menos ligações de suporte explicando como baixar um PDF ou usar um app
  • Confirmação de identidade por token (SMS, e-mail ou WhatsApp) e geolocalização, reforçando a auditabilidade da adesão
  • Lembretes automáticos para quem ainda não assinou, sem precisar ligar de novo

Também serve para o resto da operação

O mesmo fluxo funciona para os outros documentos que passam pela mesa de uma corretora ou operadora popular: declaração de saúde, autorização de desconto em folha, procuração para dependente, ou o próprio distrato de quem está trocando de plano. Tudo assinado pelo canal que o cliente já domina, com backup do contrato guardado automaticamente.

Para operações maiores, o envio em lote evita que alguém tenha que disparar contrato por contrato manualmente — é possível carregar toda a leva de aniversariantes do mês de uma vez e deixar os lembretes automáticos cobrarem quem ainda não assinou. Quem já usa CRM ou sistema de gestão de carteira também pode integrar via API, sem precisar trocar de ferramenta para dar conta do pico de renovações.

Como começar

Com o reajuste já em vigor e o volume de renegociações subindo, não vale a pena deixar a formalização da adesão como o elo mais lento do processo. Crie sua conta na Assine Mais e comece a enviar o próximo termo de adesão direto pelo WhatsApp.

Crie sua conta agora na Assine Mais e formalize adesões de plano de saúde sem tirar o cliente do WhatsApp.