A reforma tributária entrou em 2026 na fase de testes da CBS e do IBS, e escritórios de advocacia e consultorias contábeis já publicaram um alerta parecido nesta semana: contratos em vigor — de prestação de serviço, fornecimento, aluguel comercial, concessão — precisam ser revisados porque a carga tributária efetiva pode mudar ao longo da transição, que vai até 2033. A recomendação técnica não é sair aditivando tudo de uma vez, mas sim ter as cláusulas de repasse tributário e reequilíbrio econômico-financeiro prontas para quando a mudança de carga for comprovada.
Na prática, isso significa uma coisa que toda empresa que já passou por uma renegociação contratual conhece bem: o gargalo não costuma ser jurídico, é operacional. Depois que o aditivo fica pronto, alguém ainda precisa mandar para dezenas ou centenas de clientes e fornecedores, esperar cada um imprimir, assinar, escanear ou simplesmente esquecer o e-mail na caixa de entrada.
Por que a reforma tributária vai gerar uma onda de aditivos em 2026
Segundo análises publicadas por especialistas em direito tributário e gestão de contratos nesta semana, o impacto da reforma não é uniforme: empresas com estrutura de custo intensiva em compra de insumos tendem a ganhar crédito tributário, enquanto prestadoras de serviço com custo concentrado em mão de obra podem sentir aumento de carga. Concessões de rodovia e energia foram citadas como exemplos de contratos sob atenção redobrada, mas o mesmo raciocínio vale para contratos comerciais comuns entre empresas de qualquer porte.
O ponto prático para quem administra contratos no dia a dia: à medida que a transição avança e a Lei Complementar 214/2025 for aplicada, cláusulas de preço, repasse de tributo e reequilíbrio vão precisar ser ajustadas — e cada ajuste desses é, formalmente, um aditivo contratual que precisa da assinatura das partes para valer.
O risco de deixar a assinatura do aditivo travada
Um aditivo que não é assinado por todas as partes não produz efeito — o contrato original continua valendo do jeito que estava. Se a sua empresa reajustar um preço, mudar uma cláusula de repasse tributário ou redefinir uma condição de reequilíbrio, mas o cliente ou fornecedor não formalizar a assinatura, você fica exposto a cobrar (ou pagar) um valor que juridicamente ainda não está em vigor.
- Aditivos parados esperando assinatura física ou digitalização por e-mail.
- Clientes que recebem o PDF, concordam por telefone, mas nunca devolvem assinado.
- Times jurídico e financeiro sem visão de quais contratos já foram atualizados e quais ainda estão na versão antiga.
Quanto maior a base de clientes ou fornecedores afetados por uma mudança de cláusula, maior o volume de aditivos represados — e maior o risco de operar com contratos desatualizados sem perceber.
Assinar o aditivo pelo WhatsApp resolve o gargalo operacional
Com a Assine Mais, o aditivo contratual é enviado direto para o WhatsApp de quem precisa assinar, com validade jurídica amparada pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001 e pela Lei nº 14.063/2020. Não é preciso imprimir, escanear ou instalar aplicativo — a pessoa recebe, confere e assina em poucos cliques, dentro da própria conversa. Cada assinatura fica registrada com verificação por token, geolocalização e IP do signatário, o que reforça a auditabilidade caso o contrato seja questionado depois.
Para quem precisa atualizar dezenas de contratos ao mesmo tempo, o envio em lote e os lembretes automáticos evitam que aditivos fiquem esquecidos na caixa de entrada de clientes e fornecedores — e um painel único mostra quem já assinou e quem ainda está pendente, sem depender de planilha paralela.
Prepare seus contratos para a transição tributária
A reforma tributária ainda vai gerar novas rodadas de ajuste contratual até 2033, à medida que as alíquotas de CBS e IBS forem definidas e a carga efetiva for comprovada. Ter um processo rápido para formalizar aditivos — em vez de descobrir esse gargalo no meio de uma renegociação urgente — é o tipo de preparo que evita contrato desatualizado e dor de cabeça jurídica mais à frente.
Crie sua conta na Assine Mais e deixe os próximos aditivos contratuais prontos para assinar pelo WhatsApp assim que a reforma tributária exigir o ajuste.

