A Febraban confirmou, em 2 de julho de 2026, que a Autorregulação do Consignado já aplicou 2.248 sanções a correspondentes bancários desde 2020 — 1.192 advertências, 924 suspensões temporárias e 132 empresas banidas de vez, além de 17 agentes de crédito suspensos por 12 meses. O motivo: práticas abusivas na concessão do crédito consignado.
Para financeiras populares e correspondentes bancários que atendem o público de menor renda, o recado é direto: quem não consegue comprovar como o contrato foi formalizado corre risco real de sanção — mesmo sem ter cometido fraude, só por não ter evidência clara do consentimento do cliente.
O que a Febraban divulgou
A Autorregulação do Consignado é um mecanismo criado pela Febraban e pela ABBC em 2020 para coibir práticas abusivas, aumentar a transparência e qualificar a atuação dos correspondentes bancários no crédito consignado. Os números divulgados mostram um volume relevante de punições:
- 2.248 sanções aplicadas ao todo desde 2020;
- 1.192 advertências e 924 suspensões temporárias;
- 132 empresas impedidas de atuar como correspondentes de bancos autorizados;
- 17 agentes de crédito suspensos por 12 meses.
O mercado de correspondentes bancários não é pequeno: segundo dados do setor, essa rede movimenta mais de R$ 3 bilhões em produtos como consignado privado, para aposentados, servidores públicos e cartão benefício, respondendo por quase metade de todo o crédito concedido no país.
Por que financeiras populares estão mais expostas
Financeiras populares, correspondentes bancários e cooperativas que atendem consignado, crédito pessoal e cartão benefício lidam justamente com o público que mais depende desse tipo de crédito — e que, muitas vezes, tem menos familiaridade com processos formais de contratação. Isso torna esse segmento o mais visado pela fiscalização, mesmo quando a operação em si é legítima.
Na prática, boa parte das sanções não nasce de fraude deliberada, mas de falhas na formalização: contrato assinado sem confirmação clara de identidade, sem registro do canal usado ou sem evidência de que o cliente entendeu e concordou com as condições. Sem essas evidências, uma financeira tem dificuldade de se defender de uma reclamação — mesmo tendo agido corretamente.
Como a assinatura eletrônica protege sua financeira
Uma assinatura eletrônica bem implementada resolve exatamente esse ponto: cada contrato assinado na Assine Mais gera um protocolo com data, hora, IP e canal de confirmação do signatário, criando um registro objetivo de que aquele cliente específico recebeu, leu e concordou com o contrato. Isso tem validade jurídica e funciona como evidência em caso de contestação — do cliente ou do próprio órgão fiscalizador.
Para financeiras que atuam com consignado, cartão benefício ou crédito popular, ter esse tipo de comprovação documentada deixa de ser um diferencial e passa a ser proteção básica de operação, reduzindo o risco de ser enquadrada nas mesmas irregularidades que já tiraram 132 empresas do mercado.
Assinatura pelo WhatsApp: simples para o cliente, seguro para a financeira
O público que mais usa consignado e crédito popular costuma ter menos familiaridade com aplicativos ou plataformas digitais complexas. Por isso, a Assine Mais permite que o cliente assine o contrato diretamente pelo WhatsApp, sem baixar aplicativo e sem criar conta — o mesmo canal que ele já usa todos os dias. Isso reduz o abandono no meio do processo e, ao mesmo tempo, gera o mesmo protocolo de evidência que protege a financeira.
Se a sua financeira quer reduzir o risco de ser penalizada por falha na formalização — sem burocratizar a experiência do cliente —, vale rever como os contratos são assinados hoje.
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