As fintechs de crédito digital concederam R$ 53,8 bilhões em empréstimos no Brasil em 2025, alta de 51% sobre os R$ 35,5 bilhões de 2024 — o sexto ano seguido de crescimento, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) com a PwC, divulgada em 13/07/2026. A base de clientes pessoa física chegou a 86,1 milhões (+40%), e entre as empresas atendidas, 91% são microempresas.
O tamanho do crédito digital em números
- R$ 53,8 bilhões concedidos em 2025, alta de 51% sobre 2024.
- Em 2016, ano em que a pesquisa começou, o volume era de R$ 161 milhões — 330 vezes menor.
- 86,1 milhões de clientes pessoa física, 40% a mais que no ano anterior.
- 72.249 clientes pessoa jurídica, 91% deles microempresas.
- Inadimplência de pessoas físicas em 10,1%, bem abaixo dos 36,3% do crédito livre em geral.
O estudo também mostra que 82% desse crescimento veio da expansão das carteiras já existentes dentro das próprias fintechs, não de produtos novos — ou seja, cada fintech está fechando mais contratos com a base de clientes que já tem, ano após ano.
Mais volume de crédito é mais contrato para formalizar
Por trás de cada real emprestado existe um contrato de crédito, um termo de adesão ou um aditivo que precisa ser assinado antes de o dinheiro sair da conta da fintech. Com 86 milhões de pessoas físicas e mais de 72 mil microempresas na base, esse volume de formalização já não cabe em processos manuais — impressão, escaneamento, upload em portal — sem virar gargalo justamente na etapa que libera o crédito.
O detalhe de que 91% dos clientes PJ são microempresas importa aqui: é um público que valoriza agilidade tanto quanto uma pessoa física, e que raramente tem um setor jurídico dedicado a lidar com plataformas de assinatura complexas. Pedir para esse cliente navegar por um fluxo cheio de etapas para assinar um contrato de crédito é fricção que atrasa a liberação e aumenta o risco de desistência no meio do caminho.
Assinar pelo WhatsApp fecha o crédito na hora
O Assine Mais permite enviar o contrato de crédito, o termo de adesão ou o aditivo direto na conversa de WhatsApp que o cliente já usa todos os dias — sem baixar aplicativo, sem criar conta, sem precisar entender de internet. O cliente responde e assina como já faz em qualquer outra conversa, e o contrato fica formalizado na hora, liberando o crédito sem o cliente sair do app que ele já domina.
Para uma fintech ou financeira que vive de fechar volume, cada minuto entre a aprovação do crédito e a assinatura do contrato é um risco de o cliente desistir, procurar outra oferta ou simplesmente esquecer. Encurtar essa distância para o tempo de uma resposta de WhatsApp é o que sustenta o crescimento que a pesquisa da ABCD e da PwC está mostrando.
Segurança jurídica para um setor que lida com dinheiro
Cada assinatura feita pelo Assine Mais tem validade jurídica amparada pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001 e pela Lei nº 14.063/2020, com verificação por token via SMS, e-mail ou WhatsApp, além de registro de geolocalização e IP do signatário. Para uma fintech, que responde perante o cliente e o regulador pela origem e pela segurança de cada contrato de crédito, esse rastro de auditoria é tão importante quanto a velocidade de fechamento.
Com o crédito digital crescendo há seis anos seguidos e cada vez mais apoiado na expansão da carteira existente, formalizar contrato rápido deixou de ser diferencial e virou parte do próprio motor de crescimento do setor. Crie sua conta no Assine Mais e veja como formalizar contratos de crédito, termos de adesão e aditivos com seus clientes pelo WhatsApp, com validade jurídica e sem burocracia.

