O governo federal adiou para 27 de julho o início dos financiamentos do Move Brasil voltados a entregadores, motofretistas e mototaxistas. A data valia para 13 de julho, mas o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) pediu mais duas semanas para terminar a integração entre os sistemas do governo e os dos bancos participantes.

Duas semanas de atraso técnico, mas o volume de contratos que vem depois não muda: quando a torneira abrir, Caixa, Banco do Brasil e as demais instituições credenciadas vão precisar formalizar financiamento atrás de financiamento, num ritmo rápido, para um público que trabalha na rua e não tem tempo — nem sempre paciência — para portal de banco.

O que o Move Brasil financia

O programa financia moto ou bike elétrica zero-quilômetro para quem usa o veículo como ferramenta de trabalho: entregador de aplicativo (de moto ou bike), motofretista e mototaxista, com carteira assinada ou como autônomo de plataforma. As condições são as que costumam faltar nesse público: sem entrada, uma unidade por beneficiário, até 48 meses para pagar e dois meses de carência antes da primeira parcela, com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

O primeiro passo é o cadastro em gov.br/movebrasil — mas cadastro aprovado não é crédito garantido. A palavra final é do banco escolhido, que analisa capacidade de pagamento e histórico antes de fechar o contrato de financiamento.

O gargalo não é o crédito, é a assinatura

Nenhuma financeira aprova um empréstimo sem contrato assinado. E é exatamente aí que esse tipo de operação costuma travar: o entregador está no meio de um turno, muitas vezes sem paciência — ou familiaridade — para abrir um portal, criar login, fazer upload de documento e procurar onde clicar para assinar.

Esse é justamente o público que a nossa estratégia de posicionamento já vinha apontando como espaço em branco: não é o porte da empresa que contrata que define a dificuldade do processo, é o nível de familiaridade digital de quem assina. Motofretista e mototaxista respondem mensagem no WhatsApp o dia inteiro — é o aplicativo que eles já sabem usar de olhos fechados.

Assinar sem sair do WhatsApp

Na Assine Mais, o contrato chega direto na conversa do WhatsApp do signatário — sem link que abre navegador, sem app novo para baixar, sem conta para criar. A pessoa lê, confirma e assina ali mesmo, com verificação por token e captura de geolocalização e IP para reforçar a segurança jurídica da operação.

Para quem financia moto em escala — bancos, correspondentes, financeiras e lojas que vendem para entregadores — isso significa menos contrato parado esperando assinatura, menos ligação de suporte explicando “onde eu clico” e menos risco de o motociclista desistir no meio do processo porque achou o site complicado.

Na prática, para quem opera esse volume de contratos o ganho aparece em pontos concretos:

  • Envio em lote para toda a fila de aprovados do dia, sem depender de e-mail que ninguém abre;
  • Lembrete automático para quem recebeu o contrato e ainda não assinou;
  • Geolocalização e IP do signatário registrados no momento da assinatura, reforçando a auditoria;
  • Modelo de contrato pronto, reaproveitado a cada novo financiamento aprovado.

Validade jurídica, sem letra miúda

A assinatura eletrônica pelo WhatsApp tem o mesmo respaldo legal de qualquer outra assinatura eletrônica no Brasil, amparada pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001 e pela Lei nº 14.063/2020. Não é uma versão simplificada ou informal do contrato — é o contrato de financiamento de verdade, só que assinado onde o signatário já está.

Com o Move Brasil valendo a partir de 27 de julho, quem for formalizar esse tipo de contrato tem duas semanas para preparar o processo de assinatura antes do volume chegar. Crie sua conta na Assine Mais e monte o fluxo de assinatura pelo WhatsApp antes que a fila de contratos comece a andar.